Salmo

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Arte de Escrever

 

A Arte de Escrever

(Para todos nossos leitores que têm curiosidade sobre como Max começou a escrever compartilhamos este texto. Desfrutem.)
O jovem aspirante a escritor estava precisando de esperança. Muitas pessoas lhe haviam dito para desistir. “É quase impossível conseguir que seu trabalho seja publicado”, disse-lhe um orientador. “A menos que você seja uma celebridade nacional, os editores nem sequer falarão com você”. Outro avisou: “Escrever toma muito tempo. Além disso, você não vai querer colocar todos os seus pensamentos no papel”.
No início ele ouviu. Concordou que escrever era um desperdício de esforço e voltou sua atenção a outros projetos. Mas de alguma forma, a caneta e o bloco de notas eram como o café e a Coca-Cola para o viciado em palavras. Ele preferia escrever a ler. Então escrevia. Quantas noites ele passava naquele sofá, em um canto do seu apartamento, misturando sua coleção de verbos e substantivos? E quantas horas sua mulher lhe fez companhia? Ele fazendo artesanato com as palavras. Ela bordando em ponto de cruz. Por fim, ele terminou um manuscrito. Cru e cheio de erros, mas terminado.
Ela lhe deu o empurrão que faltava. — Por que você não o envia? Que mal há nisso?
Então ele fez isso. Enviou o manuscrito a quinze diferentes editores. Enquanto o casal esperava, ele escrevia. Enquanto ele escrevia, ela bordava. Nenhum deles tinha muitas expectativas, mas ambos esperavam. As respostas começaram a chegar. “Sentimos muito, mas não aceitamos manuscritos não solicitados”. “Estamos devolvendo o seu trabalho. Felicidades”. “Não temos espaço em nosso catálogo para autores nunca dantes publicados”.
Ainda tenho essas cartas. Em uma pasta, em algum lugar. Encontrá-las levaria algum tempo. No entanto, encontrar o bordado de Denalyn não leva tempo algum. Para vê-lo, tudo o que tenho que fazer é levantar os olhos do meu monitor e olhar para a parede. “Entre todas as artes nas quais os sábios são proficientes, a maior obra-prima da natureza é escrever bem”.
Com isso ela me deu tempo para que a carta número quinze chegasse. Um editor tinha dito sim. Aquela carta também está emoldurada. Qual dos dois quadros significa mais para mim? O presente da minha esposa ou a carta do editor? O presente, claro. Ao dar-me o presente, Denalyn deu-me esperança.
O amor faz isso. O amor estende um ramo de oliveira à pessoa amada e diz: “Eu tenho esperança em você”.

Um comentário:

Elaine Scazzuso disse...

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